Registro do temporal em Sapiranga — Foto: Samanta Castro, reprodução/arquivo pessoal domingo, 7 de julho de 2019
domingo, 16 de junho de 2019
CHUVA DE GRANIZO EM SAPIRANGA
Chuva de granizo causa estragos em Sapiranga, diz Defesa Civil
Há registros de aproximadamente 100 casas danificadas nos bairros Floresta e São Luiz.
Por G1 RS
Registro do temporal em Sapiranga — Foto: Samanta Castro, reprodução/arquivo pessoal
Uma chuva de granizo causou estragos no começo da noite deste domingo
(5) em Sapiranga, na Região Metropolitana de Porto Alegre, segundo
informou a Defesa Civil da cidade. Há registros de aproximadamente 100
casas danificadas nos bairros Floresta e São Luiz.
Também foram registradas as quedas de pelo menos um muro e uma árvore.
O QUE FAZER EM CASO DE CHUVA DE GRANIZO?
GRANIZO
O que é?
Precipitação sólida de grânulos de gelo, transparentes ou translúcidos, de forma esférica ou irregular, raramente cônica, de diâmetro igual ou superior a 5mm.O granizo é formado nas nuvens do tipo “cumulonimbus”, as quais se desenvolvem verticalmente, podendo atingir alturas de até 1.600m. Em seu interior ocorrem intensas correntes ascendentes e descendentes. As gotas de chuva provenientes do vapor condensado no interior dessas nuvens, ao ascenderem sob o efeito das correntes verticais, congelam-se ao atingirem as regiões mais elevadas.O granizo, também conhecido por “saraivada”, é a precipitação de pedras degelo, normalmente de forma esferóide, com diâmetro igual ou superior a 5mm,transparentes ou translúcidas, que se formam no interior de nuvens do tipo cumulonimbus. Podem subdividir-se em dois tipos principais:- gotas de chuvas congeladas ou flocos de neve quase inteiramente fundidos e recongelados;- grânulos de neve envolvidos por uma camada delgada de gelo.
Danos :
O granizo causa grandes prejuízos à agricultura. No Brasil, as culturas de frutas de clima temperado, como maçã, pêra, pêssego, kiwi, e a fumicultura são as mais vulneráveis ao granizo.Dentre os danos materiais provocados pela saraivada, os mais importantes correspondem à destruição de telhados, especialmente quando construídos com telhas de amianto ou de barro e aos fruticultores.Poderão ainda ocorrer: congestionamentos no trânsito devido ao acúmulo degelo nas ruas, queda de árvores, destelhamentos, perda de lavoura, alagamentos,danos às redes elétricas, amassamento de latarias de veículos e quebra de vidros de veículos.
Perguntas freqüentes
1- O que fazer quando ocorrer uma chuva de granizo?
Abrigar-se da chuva torrencial que poderá acompanhar ao granizo e causar nundações;
Não abrigar-se debaixo de árvores, pois há riscos de quedas;
Não abrigar-se em frágeis coberturas metálicas;
Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, pois estas estarão sob influência de ventos fortes.
Evite engarrafamentos em ruas e avenidas que foram afetadas pela chuva de granizo;
2-Existe risco de desabamentos de telhados?
Tenha cuidado com construções mal acabadas ou construídas, procure abrigar-se em locais seguros resistentes a fortes ventos, onde não há riscos de destelhamentos;
3-O que devo fazer ao verificar os riscos de desabamentos de construções e telhados?
Avise aos seus vizinhos sobre o perigo, no caso de casas construídas em áreas de riscos. Avise, também, imediatamente ao Corpo de Bombeiros e à Defesa Civil.Convença as pessoas que moram nas áreas de risco a saírem de casa durante as chuvas;
Você pode fazer junto com a sua comunidade um plano de evacuação.
4-O que é um plano de evacuação?
Se você está morando numa área de risco, tenha com sua vizinhança um plano de evacuação com um sistema de alarme. É um plano que permite salvar a sua vida e de seus vizinhos. Caso a localidade onde você mora ainda não tem esse plano,converse com o Prefeito e o Coordenador de Defesa Civil.
5-Sou fruticultor, existe alguma forma de minimizar os prejuízos?
As cooperativas de fruticultores podem realizar parcerias com as instituições de meteorologia e adquirir foguetes para bombardearem as nuvens de granizo com substâncias higroscópicas (iodeto de prata), objetivando provocar a precipitação da chuva e evitar a formação de granizo.
GRANIZO
Granizo
Entenda o que é o granizo, a chuva de gelo, e como esse fenômeno ocorre na natureza!
por Rodolfo F. Alves Pena
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Como se forma o granizo?
O granizo forma-se a partir de uma nuvem muito específica que recebe o nome de cumulonimbus, que costuma aparecer nas áreas tropicais e quentes. Essa nuvem tem como característica o fato de ela ser muito “esticada” no sentido horizontal, com uma altura que possui, aproximadamente, 1600 metros da sua base até o seu ponto mais alto.
Quando essa nuvem forma-se na atmosfera em temperaturas extremamente baixas, a precipitação da chuva, ou de parte dela, acontece na forma de pequenos pedaços de gelo, que chamamos de granizo. Isso acontece pela rápida mudança de estado físico da água: de gasoso para sólido.
O granizo pode matar?
Já houve alguns registros de pessoas mortas por chuvas de granizo ou pelo impacto de grandes pedras de gelo formadas nessas chuvas. Mas não se preocupe, pois isso não é muito comum e ocorreu raríssimas vezes na história.
O maior problema refere-se aos danos causados, como prejuízos materiais em casas, carros e outros. Mas, por via das dúvidas, quando você perceber que está começando a chover granizo, é melhor procurar um local seguro para abrigar-se.
É importante não confundir granito e granizo, pois são termos diferentes! O granizo é uma pedra de gelo que cai durante algumas chuvas; o granito é uma rocha ígnea que, para nossa sorte, não cai do céu!
Por Me. Rodolfo Alves Pena
terça-feira, 28 de maio de 2019
El Niño
El Niño
O El Niño ou o El Niño Oscilação Sul (ENOS) é um fenômeno da natureza que acontece de forma irregular, com frequência de 2 a 7 anos, e gera alterações climáticas nas porções central e leste do Oceano Pacífico Equatorial.
Ocorre durante 3 a 4 meses no hemisfério sul e abrange os países circundantes do oceano Pacífico, tal qual a região entre a Indonésia, a Austrália e a costa do Peru.
Vale observar que seu nome “El Niño”, do espanhol, significa “o menino”. Essa designação decorre da época em que o mesmo acontece, próximo do nascimento do Menino Jesus (25 de dezembro), no final do ano.
Resumo
Registrado desde 1877, o El Niño tornou-se tema na pauta dos meteorologistas. Isso aconteceu mais precisamente no final da década de 90, uma vez que nos anos de 1997 e 1998 constatou-se um forte El Niño na costa oeste da América do Sul, com elevação de quase dois graus e meio do oceano.
Segundo pesquisas, para o ano de 2014 estaria previsto outro intenso evento, fato que não chegou a ocorrer.
Entretanto, foi em 1982 e 1983 que foi registrado o mais forte El Niño, com um aquecimento de aproximadamente 6°C da temperatura do Oceano Pacífico.
Note que para que seja considerado “El Niño”, o fenômeno tem de perdurar pelo menos 3 meses, de forma que a temperatura do mar tende a elevar-se no mínimo meio grau.
O El Niño assinala o aquecimento das águas climáticas do oceano pacífico, uma vez que os ventos alísios (ventos que sopram nos trópicos na região do Equador de leste para oeste) diminuem e, assim, provocam o aquecimento das águas marítimas.
Isso afeta as regiões próximas, resultando na falta ou excesso de chuvas e elevações da temperatura. Assim, a corrente de Humbolt afeta a costa de países latino-americanos tal qual o Peru e o Chile.
Isso afeta as regiões próximas, resultando na falta ou excesso de chuvas e elevações da temperatura. Assim, a corrente de Humbolt afeta a costa de países latino-americanos tal qual o Peru e o Chile.
Para os pescadores da região, esse fenômeno além de abalar o clima, afeta a economia. Isso porque há grande redução de peixes e outros animais marinhos durante a ocorrência do El Niño.
El Niño no Brasil
O El Niño afeta grande parte do globo terrestre, ocasionando mudanças climáticas consideráveis, desde o aquecimento demasiado ou a umidade intensa.
No Brasil, o fenômeno afeta o índice pluviométrico de determinadas regiões, além do que é responsável pelo aumento das temperaturas.
Dessa forma, no norte e nordeste do país são intensificados os períodos de seca e estiagem. Isso desequilibra a fauna e a flora locais, acarretando um maior número de queimadas.
Enquanto isso, nas regiões sudeste e sul do país, ocorre um grande aumento da quantidade de chuvas. Isso, de certo modo, também afeta a natureza circundante com desmoronamentos, enchentes, elevação dos níveis dos rios, dentre outras.
Para saber mais: Seca no Nordeste e Indústria da Seca.
El Niño no Mundo
Outras regiões do globo são afetadas pelo El Niño, tal qual as ilhas do Pacífico, Austrália, Índia, Indonésia e Sudeste da África.
Elas sofrem com a queda do índice pluviométrico durante o verão, que normalmente seria mais úmido, o que gera perdas significativas da fauna e da flora.
Da mesma forma, alguns países da América do Sul sofrem com a falta de chuvas e aumento de temperaturas por exemplo, o Chile, a Bolívia, e o Peru.
Por sua vez, na costa oeste da América do Sul e na América do norte, países como o Canadá e os Estados Unidos sofrem com o aumento notório das chuvas, o que tem levado a inúmeras catástrofes e enchentes.
La Niña
Outro fenômeno atmosférico-oceânico que apresenta características opostas ao El Niño é denominado de La Niña (que significa “menina”, em espanhol).
Nesse fenômeno ocorre o resfriamento anormal das águas do oceano por períodos de aproximadamente 9 a 12 meses, resultado do aumento da intensidade dos ventos alísios.
Da mesma maneira que o El Niño, esse fenômeno ocorre de forma irregular, ou seja de 2 a 7 anos. Os episódios mais recentes e significativos do La Niña ocorreram nos anos de 1988-1989 (um dos mais intensos), em 1995-1996 e em 1998-1999.
Desastres Naturais
Desastres Naturais
Os Desastres Naturais representam um conjunto de fenômenos que fazem parte da geodinâmica terrestre, portanto, da natureza do planeta.
Quando ocorrem, podem trazer consequências catastróficas para o ser-humano e por mais que a tecnologia na área seja avançada, muitos desastres naturais são imprevisíveis.
Note que eles são fenômenos naturais e representam a mudança de ciclo na Terra, no entanto, nos tempos atuais, essas ocorrências tem aumentado de maneira significativa, o que nos leva a crer nas estatísticas e estudos sobre o meio ambiente.
Representação do Tsumani
Nesse sentido, muitos desastres têm ocorrido porque o planeta Terra está sofrendo cada vez mais, com o aquecimento global e o efeito estufa, o que leva ao aumento dos desastres naturais, ocasionados pelo desiquilíbrio da natureza.
Para os seres humanos, muitos danos e prejuízos são resultantes dos desastres naturais, os quais geram diversos impactos na sociedade.
Por sua vez, para a natureza, os desastres naturais auxiliam na renovação e manutenção dos ecossistemas, formação do relevo, abastecimento das fontes hídricas naturais, dentre outros.
Classificações
Os Desastres naturais são classificados em:
- Tempestades: são tempestades de chuvas, neve, granizo, areia, raios e podem ser altamente destrutivas, dependendo da quantidade precipitada (chuvas torrenciais) e da força que apresentam. Podem levar a situações catastróficas tal qual, o deslizamento de terras, de gelo, caída de árvores ou torres de energia, dentre outros.
- Terremotos (Sismos) e Maremotos (Tsunamis): Também chamados de abalos sísmicos, representam fenômenos de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, que ocorrem por meio da movimentação das placas rochosas, bem como da atividade vulcânica e dos deslocamentos de gases no interior da Terra. Os maremotos ou tsunamis são os terremotos que acontecem dentro dos mares, provocando imensas deslocações de água.
- Furacões, Ciclones e Tufão: fenômenos intensificados pelas massas de ar, os quais, dependendo da força que atingem pode arrasar cidades inteiras.
- Seca: Intensificada nos últimos anos com o aquecimento global, a seca tornou-se um problema enfrentado por muitos grupos pelo mundo. Dessa forma, as alterações climáticas têm demostrado que diversas foram as consequências das ações humanas durante séculos no planeta, gerando problemas como a seca e consequentemente à expansão do processo de desertificação.
- Erupções Vulcânicas: As erupções vulcânicas são perigosas na medida em que a lava expelida pelos vulcões é tão quente que pode destruir comunidades, vegetais e animais, dependendo do local que atuam.
- Inundações: As inundações ou enchentes são fenômenos da natureza, intensificados pela ação humana e que vem aumentando de maneira significativa nas últimas décadas. Um exemplo é o excesso de lixo, os quais entopem os bueiros, impedindo a passagem de água. As enchentes e inundações, causadas pelo aumento de quantidade das chuvas e impedimento da evacuação, provocam desabamentos que podem levar a morte de milhares de pessoas, além de grande destruição.
Desastres Naturais no Mundo
Alguns dos principais desastres naturais que marcaram o mundo na atualidade foram:
- Sismo e Tsunami na Indonésia: em 26 de dezembro de 2004, um terremoto de magnitude 9 devastou grande parte da costa oeste de Sumatra, na Indonésia. O terceiro maior maremoto do mundo, atingiu cerca de quinze países da região, resultando na morte de mais de 230 mil pessoas.
- Furacão Katrina: em 29 de agosto de 2005, nos Estados Unidos, surge um enorme furacão de categoria 5, responsável por destruir parte da região litorânea sul do país. A velocidade dos ventos ultrapassaram 280 quilômetros por hora e resultou na morte de duas mil pessoas.
- Terremoto do Haiti: em 12 de janeiro de 2010, Porto príncipe, a capital do Haiti foi atingida por um terremoto de magnitude 7, levando a morte de mais de 200 mil pessoas.
Desastres Naturais no Brasil
As mudanças climáticas globais atingem todo o planeta, sendo o Brasil um dos países que estão inclusos na lista, posto que ultimamente tem apresentado um grande aumento das ocorrências de desastres naturais por todo o país.
Além da seca que assola as regiões norte e nordeste do país, a intensificação das precipitações, junto aos fenômenos climáticos, por exemplo, o “El Ninõ”, têm demostrado o aumento das temperaturas do índice pluviométrico (chuvas) e tempestades, resultando em diversas catástrofes por todo o país.
De tal maneira, enquanto as regiões do norte e nordeste sofrem com a estiagem, as regiões sudeste e sul, no mesmo momento, sofrem com o aumento das chuvas, levando ao aumento dos alagamentos e desabamentos.
Por fim, a maioria dos desastres no Brasil (mais de 80%) está intimamente relacionada às instabilidades atmosféricas, responsáveis pelo desenvolvimento dos desastres naturais, dos quais estão as inundações, vendavais, tornados, granizos e deslizamentos de terra.
https://www.todamateria.com.br/desastres-naturais/
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Diferenças entre Efeito Estufa e Aquecimento Global
O efeito estufa e o aquecimento global são dois fenômenos ambientais relacionados.
Ambos estão nas pautas de discussões dos acordos climáticos e são temas que necessitam de ações de todos os países do mundo, especialmente os mais poluidores.

Diferenças entre Efeito Estufa e Aquecimento Global
É muito comum a confusão entre os termos efeito estufa e aquecimento global. Eles não são processos iguais. Porém, estão relacionados.
Entenda agora a diferença entre os dois fenômenos:
O efeito estufa é um fenômeno natural que garante a temperatura adequada para a vida na Terra. Ele consiste em uma camada de gases que envolve o planeta.
Podemos comparar o efeito estufa como um "cobertor" que envolve a Terra e a mantém em temperatura adequada para a vida.
Porém, nas últimas décadas, a emissão de gases poluentes, decorrentes de atividades humanas, aumentaram a concentração desses gases na atmosfera.
Com isso, a camada de gases ficou mais espessa, dificultando a dispersão da radiação solar e provocando maior retenção de calor.
É justamente essa retenção de calor que provocou o aumento de temperatura na Terra, o chamado aquecimento global.

Funcionamento do Efeito Estufa e Aquecimento Global
O aquecimento global é um fenômeno climático que consiste no aumento das temperaturas médias do planeta e das águas dos oceanos. Ele é o resultado da intensificação do efeito estufa.
Em resumo, o efeito estufa é processo natural que é intensificado pela ação humana e ocasiona o aquecimento global.
Saiba mais sobre as Mudanças Climáticas.
Causas
A intensificação do efeito estufa e o surgimento do aquecimento global são causados pela emissão de gases chamados de gases do efeito estufa. O principal deles é dióxido de carbono (CO2).
As principais atividades que emitem gases de efeito estufa são:
- Desmatamento;
- Queimadas;
- Queima de combustíveis fósseis;
- Atividades industriais.
Com o objetivo de diminuir a emissão de gases poluentes, em 1997, vários países assinaram o Protocolo de Kyoto.
Consequências
Os cientistas acreditam que o aumento da temperatura média da Terra resultará em sérias consequências, das quais destacam-se:
- Derretimento das calotas polares;
- Maior frequência de desastres naturais como furacões, enchentes e secas;
- Alteração na produção de alimentos;
- Desertificação;
- Inundação de cidades litorâneas;
- Extinção de espécies.
Licenciada em Ciências Biológicas (2010) e Mestre em Biotecnologia e Recursos Naturais pela Universidade do Estado do Amazonas/UEA (2015). Doutoranda em Biodiversidade e Biotecnologia pela UEA.
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